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PRODUÇÃO INDOOR DE UVAS COM USO DE AZOSPIRILLUM BRASILENSE

BRONGIEL, Aline Amanda¹; KUVIATKOWSKI, Julia Ribas²; CARVALHO, Ruy Inacio Neiva de³
Curso do(a) Estudante: Agronomia – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
Curso do(a) Orientador(a): Agronomia – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba

INTRODUÇÃO: A produção de uvas em ambiente protegido representa uma alternativa para minimizar os efeitos das condições climáticas adversas sobre os parreirais, e a utilização de bioinsumos é uma estratégia considerável no estímulo ao desenvolvimento das plantas cultivadas nesse sistema. Entre os bioinsumos, destaca-se o Azospirillum brasilense, bactéria promotora do crescimento vegetal. OBJETIVOS: A presente pesquisa teve como objetivo a avaliação do efeito de diferentes doses de A. brasilense sobre o ciclo fenológico e o crescimento vegetal da videira cultivar ‘Ísis’ em vaso em ambiente protegido. MATERIAIS E MÉTODO: O experimento teve sua implantação realizada na Fazenda Experimental Gralha Azul (FEGA), da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Os cinco tratamentos (0, 16, 32, 48 e 64 mL planta⁻ ¹ do bioinsumo) foram delineados em blocos casualizados com quatro repetições. As avaliações fenológicas foram realizadas com base na escala BBCH, além da mensuração do comprimento dos ramos remanescentes e da massa fresca da parte aérea retirada durante a poda. O ciclo fenológico iniciou-se com a brotação (BBCH 07), seguida pelo estádio de cinco folhas expandidas (BBCH 15), inflorescências visíveis (BBCH 53), plena floração (BBCH 65), estádio de grão ervilha (BBCH 75), início da maturação (BBCH 81), e maturação (BBCH 89). RESULTADOS: O acompanhamento da fenologia caracterizou todo o ciclo de desenvolvimento da videira, mostrando variações na duração dos estádios entre os tratamentos. No decorrer da condução do experimento ocorreu a adaptação das plantas a um novo sistema de condução circular, antes conduzidas em haste única. Assim, para este primeiro ciclo de cultivo em ambiente protegido, os resultados demonstraram que as diferentes doses de A. brasilense aplicadas via bioinsumo Azokop® não influenciaram de forma significativa o crescimento vegetativo e o ciclo fenológico da videira cultivar ‘Ísis’. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O acompanhamento das videiras estabeleceu uma base importante para a continuidade do experimento e as futuras avaliações com o pomar já estabelecido, contribuindo para o avanço de novas pesquisas sobre o uso de bioinsumos na viticultura.

PALAVRAS-CHAVE: Bioinsumo; Viticultura; Videira ‘Ísis’; Ambiente protegido; Fruticultura.

APRESENTAÇÃO EM VÍDEO

Esta pesquisa foi desenvolvida com bolsa PUCPR no programa PIBITI.
Legendas:
  1. Estudante
  2. Orientador
  3. Colaborador

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